Céu

em domingo, 22 de abril de 2018

Se eu pudesse deixar para a minha estrela a luz do sol sempre presente,

Não mais temeria quando a lua renascesse;

Tão pouco deixaria que o sol no amanhecer, roubasse com sua claridade, todo o encanto desta noite.

Porque muito de ti, ainda é meu,

Embora negasse o véu com que te cubro...
Ainda dorme tranquilo, sabendo que meu calor vela teu sono.

MAS, É EM CADA AMANHECER QUE SINTO A MORTE DESTE AMOR;

Quando percebo em seus olhos, que eles não seguem mais, meu caminho e meu cheiro não exalam mais o gosto bom de amar.

O que me impede, é o desprezo de ter feito de uma estrela, todo o sonho de noites quentes, sem notar que o que eu queria:

Era a constelação em harmonia...

E poder viver a inconstância do céu...

Fer Biazus

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