POEMA

em sexta-feira, 31 de julho de 2015

É sempre nos meus pulos o limite.
É sempre nos meus lábios a estampilha

É sempre no meu não aquele trauma.

Sempre no meu amor a noite rompe.
Sempre dentro de mim meu inimigo.

E sempre no meu sempre a mesma ausência.

Carlos Drummond de Andrade







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